Um Vôo para o Inferno, aka O Vôo do Intruso (Flight of the Intruder, 1991), John Milius

Flight of the Intruder

John Milius entrou na década de noventa com uma aventura sobre pilotos da Marinha americana do Vietnam. A moda sobre filmes a respeito do conflito, que começara com Platoon, já havia perdido sua força inicial. Isso não impediu Milius de mais uma vez retratar esse capítulo da história tão caro a ele. O Vôo do Intruso pode ser definido como um filme de guerra estilo antigo. Como é de praxe de Milius, ele não ataca a guerra em si, mas os loucos mecanismos presentes na guerra. Brad Johnson (Além da Eternidade) é o piloto de bombardeiro forçado a arriscar sua vida atacando alvos de nenhuma importância estratégica. Tudo porque negociações de paz estão em andamento em Paris. Por isso a marinha está proibida de atacar bases inimigas reais. Entra em cena Willem Dafoe, um oficial pouco disposto a seguir ordens e que se mostra perfeito para missão perigosas e suicidas. Um bom exemplo de filmes para machos, pois a única mulher da história (Rosana Arquette) cumpre sua função romântica e logo mais sai de cena. O elenco de cuecas incluí também Danny Glover, Tom Sizemore (aqui com uns dez quilos a menos mas com a costumeira cara de louco), Ving Rhames e David Schwimmer num de seus primeiros papéis. Fazendo um arroz-com-feijão bem temperado, John Milius segura a peteca, principalmente nas cenas de batalha aérea que nunca viram um video-game gratuito. A menção triste é que esse foi o último filme que o diretor fez para cinema, pelo menos até o momento.

3

Leandro Caraça

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Berlin ’39 – Sexo, Poder e Traição (Berlino ’39, 1994), Sergio Sollima

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por Leandro Caraça

Esta última produção de Sergio Sollima para cinema não esta à altura dos seus grandes trabalhos do passado. Berlin 39 – Sexo, Poder e Traição é marcado por uma certa falta de vitalidade do então septuagenário diretor, e além do mais, o cinema italiano já havia entrado na descendente em que se encontra até hoje. A trama corriqueira de romance, espionagem e nazismo só consegue atenção graças a algumas caras conhecidas como Burt Young e John Savage.
No período pré-guerra da Alemanha de Hitler, o oficial Hans Lossberg (Ken Marshall, o herói de Krull) se casa com a filha de um velho general, ao mesmo tempo em que se envolve com a irmã de uma falecida membro da resistência. O filme segue em ritmo de novela das oito e a maior parte das cenas que trazem nudez ou lesbianismo não chegam a empolgar – a dança das caveiras é o único momento de maior inspiração. Levando em conta tudo aquilo que o cinema italiano já aprontou a respeito, acaba sendo muito pouco.

2 cleef

Uma Vida de Rei (Farewell to the King, 1989), John Milius

farewell

Segunda Guerra Mundial. Dois oficiais Aliados adentram no coração das trevas de uma floresta do Borneo em busca do sargento Learoyd (Nick Nolte), desertor que agora vive no local como uma espécie de rei de uma comunidade tribal. Mas isso tudo não é meio Conradiano demais? Não é coincidência que o diretor John Milius também seja um dos responsáveis pelo roteiro de Apocalypse Now, de Francis F. Coppola, baseado no livro de Joseph Conrad, mesmo que este Uma Vida de Rei também seja uma adaptação de outro romance, L’Adieu au Roi, de Pierre Schoendoerffer. O filme é narrado a partir do ponto de vista do Capitão Fairbourne (Nigel Havers), um dos oficiais que eu citei no início, que se encontra com sua Majestade da selva e o convence a unir forças para lutar contra as tropas japonesas. É um filme que consegue manter um certo interesse durante toda a narrativa, embora apresente alguma irregularidade lá pelas tantas, mas a direção de Milius é excelente, sempre aproveitando ao máximo o cenário natural para construir belas imagens, auxiliado pelos tons da fotografia de Dean Semler, boa dose de cenas de ação e, claro, desenvolver as questões que já fazem parte de seu repertório, como política e guerra. Outro grande destaque é a performance de Nick Nolte, que surge em cena absolutamente impagável com uma cabeleira loura entre os nativos. Sua caracterização é uma espécie de Coronel Kurtz bonzinho e é impressionante como o filme cresce com a sua presença, embora nunca alcance as proporções de um Conan ou Dillinger

3,5Ronald Perrone

Amanhecer Violento (Red Dawn, 1984), John Milius

Red Dawn

Imaginava que um filme como esse só faria sentido no auge da Guerra Fria, até ler na internet que já está em fase de pré-produção um remake, apenas substituindo os cubanos por chineses! A idéia de ver os EUA sendo atacados por forças militares estrangeiras chega a ser cômica, ainda mais que são eles que continuam fazendo história ao invadir outros países… Mas tudo bem, ignorando a parte política Amanhecer Violento pode ser considerado um competente filme de sobrevivência, equilibrando ação e drama em boas doses. As belas locações naturais (montanhas, florestas, neve), capturadas pela fotografia de Ric Waite, formam um espetáculo a parte, e em vários momentos me fez pensar que é uma pena que Milius nunca tenha realizado um faroeste. Surpreendente saber que Amanhecer Violento foi uma produção considerada de baixo orçamento, já que pipocam explosões na tela, tanques de guerra, helicópteros, etc. O elenco é formidável, aliando jovens como Patrick Swayze, C. Thomas Howell e Charlie Sheen com super veteranos como Ben Johnson, Harry Dean Stanton e Powers Boothe. Notável também a simpatia pela qual Milius acaba demonstrando pelo comandante cubano, que há certa altura passa a se identificar com o grupo de jovens rebeldes. É um alívio ver que por alguns breves instantes não é só de patriotada que Amanhecer Violento vive.

3

Heráclito Maia

Amargo Reencontro (Big Wednesday, 1978), John Milius

Big Wednesday 2

Quando vi o poster de Big Wednesday pela primeira vez eu desconfiei erroneamente: “Putz! O Milius fez um filme de surf!”. Ok, realmente os protagonistas são todos praticantes do esporte, e as sequências de surf são de encher os olhos, até mesmo para um sujeito que nunca tentou subir em uma prancha.

No entanto, o que Milius realiza aqui não tem nada a ver com o que poderia ser chamado de filme de surf. É, antes de tudo, um estudo sobre pessoas comuns em transições pela vida num período marcado pela guerra do Vietnã; o surf é a ontologia que os une e serve de metáfora para várias questões. Depois de tratar de uma figura histórica (Dillinger) e de uma aventura épica (O Vento e o Leão), este seu terceiro filme como diretor é o mais divergente da carreira de John Milius, principalmente por explorar um universo tão palpável e lidar com a guerra como pano de fundo ao invés de mostrá-la de fato. O elenco está bem afiado com William Katt, Gary Busey e Jan-Michael Vincent fazendo o trio de amigos surfistas. Ainda temos uma ponta do Robert Englund, o eterno Freddy Krueger (que empresta também a sua voz para a narração em off). Melancólico e romântico, um filme de beleza sem fim.

4Ronald Perrone

Conan, O Bárbaro (Conan the Barbarian, 1982), John Milius

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A história de Conan gerou uma saga dentro e fora das telas. As origens do projeto datam de 1977, quando o produtor Edward R. Pressman, impressionado pela presença de Arnold Schwarzenneger em Pumping Iron, decidiu materializar o guerreiro cimério criado por Robert E. Howard. Depois de muito tempo, após o projeto ser recusado por diretores como Alan Parker e Ridley Scott, acabou vendido a Dino De Laurentis, que indicou John Milius para reescrever o roteiro e dirigi-lo. Somente cinco anos depois de concebido, o projeto Conan tornaria realidade.

Como aço bruto: Conan aprende a arte da guerra como gladiador

Como aço bruto: Conan aprende a arte da guerra como gladiador

Logo nos primeiros minutos, o narrador anuncia que esta seria uma “história de pesar”. O filme começa com Conan ainda criança assistindo toda sua vila ser exterminada por uma horda de guerreiros. Seu misterioso líder toma a espada de seu pai e decapita sua mãe. Conan é então levado a um lugar ermo, onde se encontra a “roda da aflição”, uma espécie de moinho de trabalhos forçados. Em uma belíssima sequência, vemos o garoto transformar-se em homem, único sobrevivente de uma geração de escravos, até que finalmente é vendido para um homem que o transforma em gladiador. Seu êxito diante de seus oponentes lhe confere benefícios dignos dos maiores guerreiros, como treinamento com grandes mestres orientais e acesso à literatura. Já um grande guerreiro, Conan é libertado por seu senhor, e ele então parte em busca do enigma do aço – o segredo roubado do deus Crom em tempos imemoriais – e dos responsáveis pelo massacre de seu povo. Com a ajuda do arqueiro Subotai (Gerry Lopes) e a bela Valeria (Sandahl Bergman), Conan descobre que o assassino de seus pais é o maligno Tulsa Doom, o sacerdote de um culto de fanáticos que mantém a filha de um rei (Max Von Sidow) em seu poder. Agora Conan deve resgatar a filha do rei Osric e vingar a morte de seu povo.

Da esq. para a dir.: Subotai, Conan e Valeria ouvem uma proposta irrecusável na corte do rei Osric

Da esq. para a dir.: Subotai, Conan e Valeria ouvem uma proposta irrecusável na corte do rei Osric

O roteiro inicial escrito por Oliver Stone talvez fosse mais fiel ao universo fantástico de Howard, repleto de monstros, bruxas e criaturas mutantes. Mas Milius resolveu seguir por outro caminho, ambientando a história em uma época primitiva que poderia muito bem ter existido e, portanto, mais verossímil. Ainda que exista um tom fantástico no filme, ele sempre está sob uma perspectiva mais humana que sobrenatural. Os personagens não convivem de forma natural com a magia, mas reagem à ela com assombro e violência.

O maligno Tulsa Doom realizando lavagem cerebral em seus seguidores

O maligno Tulsa Doom realizando lavagem cerebral em seus seguidores

Extremamente violento, a tragetória do guerreiro cimério é análoga ao enigma do aço que ele tanto almeja descobrir. Como nos vários estágios de confecção de uma espada, Conan é forjado pela brutalidade de um mundo primitivo até se tornar um guerreiro imbatível. É a frase de Nietzche apresentada no início do filme: “o que não nos mata, nos torna mais fortes”. Assim, a resposta ao enigma se dá como no processo de individuação Junguiano: pelo autoconhecimento.

Conan mostra a que veio ao invadir o palácio de Doom

Conan mostra a que veio ao invadir o palácio de Doom

A excelência deste filme se deve à perfeita combinação de todos os seus elementos. Milius dirige com maestria, tirando o máximo dos atores e sempre apontando a câmera para o lugar certo, extraindo o essencial de cada cena para devolvê-las ao espectador com a mesma intensidade de uma obra-prima renascentista. Os magníficos cenários de Ron Cobb dialogam com perfeição com as locações espanholas, que emolduradas pela magistral trilha de Basil Poledouris – uma das mais belas e impressionantes já compostas no cinema – acabam por atuar como personagens essenciais à condução da narrativa.

Conan reza a Crom antes de sua última batalha contra os soldados de Tulsa Doom

Conan reza a Crom antes de sua última batalha contra os soldados de Tulsa Doom

Conan é um épico subestimado; um filme grandioso e memorável, mas colocado em segundo plano na história do cinema, sem nunca ter sido reconhecido por seu verdadeiro valor. Talvez isso seja simplesmente pelo fato de ser um filme à frente de seu tempo. Tal como no final do filme, onde temos a promessa de ver um Conan-Rei, fica a expectativa de que algum dia seja reconhecido como um dos maiores épicos já realizados no cinema.

5

Leopoldo Tauffenbach

O Vento e o Leão (The Wind and the Lion, 1975), John Milius

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por Ronald Perrone

A estreia na direção de John Milius já era um tanto ambiciosa. Dillinger (73) era uma bela e classicista obra sobre a vida do lendário assaltante americano dos anos 30, John Dillinger, vivido por Warren Oates. Para seu segundo trabalho, no entanto, o diretor resolveu aumentar o nível de dificuldade, pretensão e grandiosidade na concepção de um novo filme.

Não que O Vento e o Leão consiga ser melhor que o seu trabalho anterior – bem, pelo menos eu prefiro Dillinger – mas Milius escreve aqui uma história de aventura de proporções épicas para a época, que transcorre pelas areias do deserto marroquino, inserindo um tom político que lhe é característico, filmou batalhas espetaculares e dirigiu atores em inspiradas interpretações. O resultado não deixa de ser uma belíssima peça cinematográfica, bem definido pelo compañero Leandro Caraça,como o Lawrence da Arábia de John Milius.

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Eden Pedecaris (Candice Bergen), americana que vive no Marrocos no início do século passado, é sequestrada juntamente com seu casal de filhos por Raisuli (o escocês Sean Connery), líder de um grupo rebelde, cujo desígnio de tal ato é apenas provocar o sultão, que anda fazendo concessões para os estrangeiros que cada vez mais invadem o país.

Já nos Estados Unidos, o presidente Theodore Roosevelt (Brian Keith), tentando a reeleição, toma conhecimento do ocorrido e aproveita o fato como discurso para sua campanha, além de efetivamente agir com a decisão de intervir militarmente até que a americana seja liberta. Embora acabe gerando esse conflito diplomático, a aproximação de Eden e Raisuli é uma descoberta de dois mundos buscando a compreensão mútua. Ela deixa de enxergá-lo como um malfeitor e passa a admirá-lo como um homem de ideais.

windlion3A questão da política americana retratada por Milius é um ponto forte e não deixa de ser bastante atual. Difícil encontrar filmes que sejam tão claros ao apontar os Estados Unidos como o país imperialista e intervencionista que realmente é e sempre foi. Além de tocar na ferida explicitamente, quase todas as seqüências com Brian Keith possuem elementos metafóricos que abrem algumas janelas para a reflexão neste sentido, até porque Milius não faz uma crítica. Apenas trabalha os fatos como ponto de partida para a reflexão. E tendo em vista o posicionamento político do diretor, é bem capaz de que ele fosse a favor das atitudes do governante americano…

Para o elenco, inicialmente, Feye Dunaway era a escolha para viver Éden Pedecaris, mas acabou ficando mesmo com a belíssima Candice Bergen, que já havia interpretado uma personagem similar no excelente Caçada Sádica (71), de Don Medford. Na trama, que se passa no velho oeste americano, Oliver Reed é um bandido que sequestra a mulher de Gene Hackman, interpretada por Bergen. Da mesma maneira, o sequestro serve de ponte para novas descobertas e transformações.

windlion4Sean Connery, sempre muito carismático, convence tranquilamente como líder árabe, desbancando outros grandes atores como Omar Sharif e Anthony Quinn, ambos cotados para papel. Vários interpretes têm seus momentos de brilho. O diretor John Huston, por exemplo, numa modesta participação como conselheiro de Roosevelt deixa sua marca, mas é Brian Keith quem rouba a cena como o presidente americano em uma atuação expressiva e digna de nota.

Milius ainda separa um tempo precioso para impressionantes cenas de ação – especialmente na batalha explosiva que acontece ao final, magistralmente conduzida, editada e reforçada com belíssima trilha de Jerry Goldsmith – e para o humor, bastante sóbrio, com o personagem de Connery. No fim das contas, O Vento e o Leão consegue, ao mesmo tempo, ser uma complexa alegoria e uma grande diversão.

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Dillinger – Inimigo Público nº 1 (Dillinger, 1973)

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John Dillinger (1903-1934) é considerado por muitos como o último fora-da-lei romântico. Um verdadeiro Jesse James de metralhadora em punho, ele atravessou os EUA durante a Grande Depressão para se tornar um típico herói/bandido do folclore popular. Como ocorreu com muitos outros bandidos sociais lendários, o cinema abordou diversas vezes a trajetória criminosa de Dillinger. Realizado pela American International Pictures sob a produção de Samuel Z. Arkoff em 1973, Dillinger – Inimigo Público nº 1 ofereceu ao público uma excepcional descrição da vida do infame personagem com um inspiradíssimo Warren Oates à frente do elenco. Este filme também marcou a estréia do celebrado John Milius na direção.

Milius, além de dirigir, foi responsável pelo roteiro que narra os últimos anos da vida de John Dillinger (Warren Oates) e seu bando. Perseguido implacavelmente pelo agente do FBI Melvin Purvis (Ben Johnson), ele percorre o sudoeste dos EUA realizando seus ousados assaltos. Ainda sobra tempo para o bandido engatar um romance com a jovem Billy Frechette (Michelle Phillips) e tentar equilibrar os ânimos do seu grupo, que contava com outros criminosos conhecidos como Homer Van Meter (Harry Dean Stanton), Pretty Boy Floyd (Steve Kanaly) e Baby Face Nelson (Richard Dreyfuss).

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O cinema americano vivia a era dos “anti-heróis”, e obras como Bonnie & Clyde e Meu Ódio Será sua Herança faziam grande sucesso. Portanto não é de se estranhar que John Dillinger tenha sido retratado de forma muito mais positiva neste filme de Milius. Se anteriormente até assassinatos que ele não cometera foram inseridos em filme, aqui Warren Oates cria um personagem altamente cativante, com ares de Robin Hood, que conquista a platéia imediatamente. Enquanto isso, os homens da lei são liderados por um sisudo Ben Johnson.

Para uma produção B da American International Pictures, o elenco reunido nesta produção foi simplesmente soberbo. Oates e Johnson repetem a parceria de Meu Ódio Será sua Herança. Harry Dean Stanton está engraçadíssimo como o bandido meio doido do grupo. Michelle Phillips, do grupo The Mamas and the Papas, atua muito melhor do que se poderia esperar dela. Richard Dreyfuss, antes de Tubarão, interpreta um gângster nervosinho. Completando o elenco, Cloris Leachman, oscarizada junto com Ben Johnson pelo filme A Última Sessão de Cinema, tem pequeno papel como a infame “Dama de Vermelho”.

O verdadeiro Dillinger e o encarnado por Oates.

O verdadeiro Dillinger e o encarnado por Oates.

Dillinger – Inimigo Público nº. 1 é uma obra movimentada e repleta de ótimas seqüências que atestam o talento de John Milius para a ação. O humor bem inserido é uma atração a mais. Um dos poucos defeitos desta película é o fato de Oates e Johnson serem muito mais velhos do que os personagens representados, porém suas performances compensam esta pequena falha. Em breve os inimigos Dillinger e Purvis retornarão às telas na pele de Johnny Depp e Christian Bale no novo filme de Michael Mann. Dillinger – Inimigo Público nº. 1 está disponível em VHS e DVD no Brasil.

4

Cesar Almeida

O DIA DA FÚRIA ESPECIAL JOHN MILIUS

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FILMOGRAFIA:

Dillinger – Inimigo Público nº 1, aka Dillinger (1973);
O Vento e o Leão, aka The Wind and the Lion (1975);
Amargo Reencontro, aka Big Wednesday (1978);
Conan, O Bárbaro, aka Conan the Barbarian (1982);
Amanhecer Violento, aka Red Dawn (1984);
Uma Vida de Rei, aka Farewell to the king (1989);
Um Vôo para o Inferno, aka Flight of the Intruder (1991);
Reação Mortal, aka Motorcycle Gang (1994) (TV);
Bravos Guerreiros, aka Rough Riders (1997) (TV).