3 thoughts on “Diretores

  1. Não vislumbrei na lista de diretores o nome de Giulio Petroni, diretor de ” E Por Teto, Um Céu de Estrelas”, com Giuliano Gemma e Mário Adorf, cujo título em inglês é “And For Roof, a Sky of Stars” , lançado em DVD como “Quem Dispara Primeiro” de “Morte Anda a Cavalo”, com Lee Van Clef e John Phillip Law, titulo em inglês “Death Rides a Horse”, bem como de “Tepepa”, com Tomas Milian e Orson Welles. O primeiro filme foi considerado clássico na época em que os faroestes italianos eram citados pela crítica especializada como produtos de qualidade inferior. Todos tem música do incomparável mestre Ennio Morricone

  2. Os faroestes de Sergio Sollima são realmente muito bons. Estão quase no mesmo patamar dos de leone e poder ser comparados aos de Corbucci. Os westerns spaghetti ofereceram uma visão mais realística da vida daqueles que habitaram o oeste norte americano. A despeito do que dizem os detratores esses western estão se impondo cada vez mais no gosto principalmente dos mais jovens que não o testemunharam à época em que foram produzidos. Fiquei impressionado com dois adolescentes numa locadora aqui em Feira de Santana, comentando Por uns dólares a mais e Três homens em conflito. Refaziam as cenas com uma empolgação impressionante, imitando os movimentos dos atores e as vinhetas sonoras de Morricone. John Millius disse nos extras de Era uma vez no oeste que no futuro os jovens iriam suspirar o nome de Leone. Vão suspirar não só o de leone, mas também o de Corbucci e de Sollima. E a dor de cotovelo dos pseudocríticos irá aumentar cada vez mais, e será uma dor insuportável, bem spaghettiana. valeu, amigos

  3. Os faroestes de Sergio Sollima são realmente muito bons. Estão quase no mesmo patamar dos de leone e podem ser comparados aos de Corbucci. Os westerns spaghetti ofereceram uma visão mais realística da vida daqueles que habitaram o oeste norte americano. A despeito do que dizem os detratores esses westerns estão se impondo cada vez mais no gosto principalmente dos mais jovens, que não o testemunharam à época em que foram produzidos. Fiquei impressionado com dois adolescentes numa locadora aqui em Feira de Santana, comentando Por uns dólares a mais e Três homens em conflito. Refaziam as cenas com uma empolgação impressionante, imitando os movimentos dos atores e as vinhetas sonoras de Morricone. John Millius disse nos extras de Era uma vez no oeste que no futuro os jovens iriam suspirar o nome de Leone. Vão suspirar não só o de leone, mas também o de Corbucci e de Sollima. E a dor de cotovelo dos pseudocríticos irá aumentar cada vez mais, e será uma dor insuportável, bem spaghettiana. valeu, amigos.

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